Povo e democracia : exercícios de soberania
Data
2012
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Resumo
Discute problemas relacionados à representação política popular em países de democratização tardia, como o Brasil. Tomando como certa a afirmação
de Abraham Lincoln, da excelência do governo do povo, pelo povo e para o povo,
o trabalho demonstrará que a democracia representativa, tal como implementada no
Brasil, é, na verdade, uma distorção dos próprios ideais da Constituição Brasileira.
Uma breve introdução definirá o conceito de povo, assim como suas distorções que
tanto corrompem valores da democracia. Explicar-se-á como e por que a democracia
representativa falha em criar o tipo de cidadania que emancipa o povo e cria um genuíno
Estado Democrático de Direito. A falta de controle sobre os agentes representativos
é um desses problemas que alienam o poder soberano de seu titular legítimo,
o povo. Também apontar-se-ão iniciativas populares e institucionais que fomentam
a participação do povo na política e o controle da conduta de agentes públicos: garantias
processuais, regulamentos eleitorais e campanhas institucionais. Finalmente, a
conclusão reforçará a necessidade de participação popular a fim de consubstanciar a
regra constitucional de democracia.
Periodicidade
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Assunto(s)
Referência
MALUF, Emir Couto Manjud; JACOB, Mona Lisa de Moraes de Freitas. Povo e democracia: exercícios de soberania. Revista de Julgados, Cuiabá, v. 6, p. 18-27, 2010/2011.
Notas
- Artigo apresentado no III Congresso Brasileiro de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em outubro de 2010
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