A adoção da Justiça Eleitoral no Brasil : estratégia de preservação do governo revolucionário

dc.contributor.authorZulini, Jaqueline Porto
dc.contributor.otherTribunal Superior Eleitoralpt_BR
dc.date.accessioned2018-05-30T17:20:19Z
dc.date.available2018-05-30T17:20:19Z
dc.date.issued2017
dc.descriptionÁrea Temática : Política e Históriapt_BR
dc.description.abstractA Primeira República brasileira vigorou entre 1891 e 1930, quando foi deposta por um golpe. O governo provisório que assumiu o poder na sequencia criou a justiça eleitoral no país com a edição do chamado Código Eleitoral de 1932. Até hoje, a literatura endossa a justificava da época para a adoção dos tribunais eleitorais: a necessidade de moralizar as eleições e coibir a fraude generalizada que excluía as oposições na Primeira República. O objetivo deste trabalho é oferecer uma explicação alternativa e parte da hipótese de que a introdução da Justiça Eleitoral pretendia deslocar a competição política para o processo de alistamento, menos custoso para o grupo no poder. Para testá-la, a pesquisa se divide em duas etapas. Primeiro, recuperam-se discursos parlamentares e textos de jornais veiculados entre 1891-1932 tratando das propostas de inserção da magistratura no processo eleitoral. Fontes que revelarão como as reformas moralizadoras fizeram parte da agenda dos políticos e das demandas da sociedade durante a Primeira República, embora inexistam registros propondo a criação de órgãos jurídicos independentes para fiscalizar os pleitos até pouco tempo antes da aprovação do Código de 1932. A segunda etapa da pesquisa consiste em compreender como a Justiça Eleitoral foi implementada e as avaliações que recebeu no contexto das primeiras eleições ocorridas sob o seu vigor, realizadas para a Assembleia Constituinte a maio de 1933. Preliminares, os dados revelam que os tribunais eleitorais sofreram a interferência política do governo e atuaram em situação precária.pt_BR
dc.format.extent33 p.pt_BR
dc.identifier.citationZULINI, Jacqueline Porto. A adoção da Justiça Eleitoral no Brasil: estratégia de preservação do governo revolucionário. In: CONGRESSO LATINO-AMERICANO DE CIÊNCIA POLITICA, 9., 2017, Montevidéu. [Trabalhos apresentados]. Montevidéu: ALACIP, 2017. p. 1-33.pt_BR
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/4632
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.rightsCreative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacionalpt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/pt_BR
dc.subjectJustiça Eleitoralpt_BR
dc.subjectCriaçãopt_BR
dc.subjectHistóriapt_BR
dc.subjectEleiçõespt_BR
dc.subjectBrasilpt_BR
dc.subjectRepúblicapt_BR
dc.subjectFraude eleitoralpt_BR
dc.titleA adoção da Justiça Eleitoral no Brasil : estratégia de preservação do governo revolucionáriopt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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