Capilarização territorial de novos partidos no Brasil (2011-2016)

dc.contributor.authorSchaefer, Bruno Marques
dc.contributor.otherTribunal Superior Eleitoralpt_BR
dc.date.accessioned2019-04-04T17:33:17Z
dc.date.available2019-04-04T17:33:17Z
dc.date.issued2017
dc.description.abstractDurante o primeiro e o início do segundo governo Dilma Rousseff (2011-2015), oito novos partidos obtiveram registro no Tribunal Superior Eleitoral. Neste artigo, tratamos de investigar as características iniciais dessas organizações no que concerne à capilarização territorial. Como principal hipótese, consideramos que a proximidade com o Estado, mensurada a partir do recrutamento de deputados federais, é a variável mais significativa no processo de expansão territorial de novos partidos no Brasil. Isso corrobora outros dados e recorte temporal, como a tese de Campello de Souza de 1976: os partidos políticos brasileiros são dependentes do Estado no seu processo de desenvolvimento. Os resultados acabam por confirmar a hipótese, o que de forma alguma esgota os esforços na direção de maior entendimento dos novos partidos brasileiros.pt_BR
dc.description.abstractDuring the first Dilma Rousseff administration and the beginning of the second one (2011-2015), eight new parties were registered at the Superior Electoral Court (TSE). In this article, we try to investigate the initial characteristics of these organizations regarding their territorial development. As a main hypothesis, we consider that the proximity with the State, measured by the recruitment of federal deputies, is the most significant variable in the territorial expansion process of new parties in Brazil. This corroborates with other data and another temporal cut, as the thesis of Campello de Souza (1976): Brazilian political parties are dependent on the State in its development process. The results confirm the hypothesis, which in no way depletes efforts to provide a better understanding of new Brazilian parties.pt_BR
dc.format.extent22 p.pt_BR
dc.identifier.citationSCHAEFER, Bruno Marques. Capilarização territorial de novos partidos no Brasil (2011-2016). Paraná Eleitoral: revista brasileira de direito eleitoral e ciência política, Curitiba, v. 6, n. 1, p. 65-86, 2017.pt_BR
dc.identifier.urihttp://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/5484
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.relation.ispartofParaná eleitoral : revista brasileira de direito eleitoral e ciência política : vol. 6, n. 1 (2017)pt_BR
dc.relation.ispartoflinkhttp://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/7037
dc.rightsCreative Commons Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacionalpt_BR
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/pt_BR
dc.subjectPartido políticopt_BR
dc.subjectRegistro de partido políticopt_BR
dc.subject.otherPartido Social Democrático (2011)pt_BR
dc.subject.otherPartido Pátria Livre (2011)pt_BR
dc.subject.otherPartido Ecológico Nacional (2012)pt_BR
dc.subject.otherPartido Republicano da Ordem Socialpt_BR
dc.subject.otherSolidariedade (2013)pt_BR
dc.subject.otherPartido da Mulher Brasileirapt_BR
dc.subject.otherRede Sustentabilidadept_BR
dc.subject.otherPartido Novopt_BR
dc.titleCapilarização territorial de novos partidos no Brasil (2011-2016)pt_BR
dc.typeArtigopt_BR

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