Argentina
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Artigo Elección presidencial a tres vueltas : efectos de las primarias abiertas, simultáneas y obligatorias en Argentina y Uruguay(2022) Buquet, Daniel; Gallo, Ariadna; Tribunal Superior EleitoralSe analizan las elecciones primarias presidenciales - abiertas, simultáneas y obli-gatorias para los partidos políticos - en Uruguay y Argentina. A pesar de su simili-tud, ambos sistemas ofrecen algunas diferencias: i) el voto es obligatorio en Ar-gentina y voluntario en Uruguay; ii) en Argentina compiten fórmulas completas (presidente y vice) y en Uruguay sólo se compite por la candidatura presidencial. Con un enfoque neo-institucionalista y analizando los resultados de las primarias, la investigación muestra que estas diferencias en las reglas generan consecuencias muy diferentes. En Uruguay promueven la competencia interna e incentivan la di-versidad de opciones dentro y entre los partidos. En Argentina el sistema desincen-tiva la competencia y promueve la coordinación de la elite desde el principio del proceso, concentrando la oferta y ordenando las preferencias en dos grandes blo-ques.Artigo O tratamento jurídico da reeleição presidencial na América Latina : reeleição sucessiva e sistemas eleitorais em perspectiva comparada(2009) Shirado, Nayana; Tribunal Superior EleitoralO fenômeno da reeleição sucessiva para o cargo de presidente da república é discutido no presente estudo, em perspectiva comparada, à luz dos sistemas eleitorais majoritários em vigor na América Latina, com destaque para Argentina, Bolívia, Brasil, Equador, República Dominicana, Colômbia, Venezuela, Peru e Uruguai. A análise se afigura de extremarelevância no momento político atual, de um lado em razão da introdução do instituto da reeleição nos textos fundamentais latino-americanos, por meio de emenda constitucional aprovada em referendo, e de outro, em razão da proximidade de realização de eleições presidenciais sob novel esquadro constitucional. O temário desde há muito reclama abordagem com detença, após a quadra de recentes e profundas modificações políticas na América ibérica, com destaque para duas experiências peculiares: a abertura da Constituição Bolivariana da Venezuela na Era Hugo Chávez, que admitiu a reeleição ilimitada, e o recuo da Constituição Peruana, após amarga experiência na Era Alberto Fujimori, que baniu a reeleição sucessiva do bojo constitucional. O escopo do presente trabalho é traçar, no panorama político latinoamericano, a relação imbricada entre o postulado republicano da alternância no poder e a gana de perpetuação que a reeleição sucessiva proporciona no governo presidencial.Periódico Revista do Tribunal Regional Eleitoral do Pará : vol. 1, n. 1 (maio/ago. 2009)(Tribunal Regional Eleitoral do Pará, 2009) Tribunal Superior EleitoralArtigo O golpe militar de 1955 na Argentina pelas páginas do jornal "O Globo"(2018) Domingues, Mauro Petersem; Tribunal Superior EleitoralAnalisa a cobertura do jornal O Globo sobre os acontecimentos que levaram à deposição do Presidente argentino Juan Domingo Perón em setembro de 1955 e ao estabelecimento de uma ditadura militar naquele país. Através da análise das matérias publicadas acerca do tema buscou-se identificar no discurso político-midiático do jornal suas estratégias discursivas, a caracterização que este faz dos personagens envolvidos nos fatos narrados, as relações estabelecidas entre personalidades e processos da política argentina e os da política brasileira e identificar os imaginários sociais mobilizados e as ideologias difundidas por O Globo naquele contexto, averiguando sua contribuição à difusão de crenças e valores relativos à vida política e à legitimidade democrática entre nós. O estudo conclui que o jornal O Globo fez uso de sua cobertura sobre os fatos da política argentina para reforçar a associação da figura de Perón à de Getúlio Vargas, colocando ambos como uma ameaça à estabilidade democrática. No contexto brasileiro essa identificação visava desgastar os "herdeiros" de Vargas, ou seja, a chapa composta por Juscelino Kubistchek e, principalmente, João Goulart, que se apresentavam como candidatos à Presidência e Vice- Presidência da República, respectivamente, nas eleições que ocorreriam em outubro daquele mesmo ano.Artigo Representación visual y simbólica de la militancia en las campañas electorales de Cristina F. de Kirchner (2007 y 2011) y Dilma Rousseff (2010 y 2014)(2018) Rocca Rivarola, Dolores; Moscovich, Nicole Marina; Tribunal Superior EleitoralPropõe uma interpretação comparativa sobre o lugar visualmente atribuído nas campanhas eleitorais de Cristina Fernández de Kirchner (2007 e 2011) e Dilma Rousseff (2010 e 2014) à militância pró-governo como um coletivo mobilizado e uma sustentação organizada. Isso, depois de sucessivas campanhas que privilegiaram uma imagem diferente: aquela do candidato em uma ligação direta, e sem mediações, com a cidadania. O levantamento de material empírico consiste em uma seleção de spots na Argentina e de todos os programas eleitorais do HGPE (Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral) no Brasil. A partir da análise de conteúdo qualitativa da propaganda eleitoral, observa-se uma maior hierarquização visual do coletivo militante nas campanhas de 2011 (Argentina) e 2014 (Brasil), em comparação com as duas anteriores (2007 e 2010). E, para o caso brasileiro, o artigo destaca a introdução na campanha de 2014 de um segundo modo de representação da militância, através de referências à trajetória de Dilma como ativista juvenil durante a ditadura militar.Artigo Sistema eleitoral, mecanismo de ballotage e a fragmentação política na Argentina(2010) Iasulaitis, Sylvia; Tribunal Superior EleitoralAnalisa as transformações do sistema partidário argentino e suas implicações para os processos eleitorais, tomando como base empírica a eleição presidencial de 2007. Neste pleito verificou-se uma ampla fragmentação da oposição, que resultou numa disputa com 13 postulantes à presidência contra a candidata situacionista Cristina Kirchner. Este pleito representou um significado especial para o sistema de partidos, os quais foram marcados por divisões internas e diferentes candidaturas de uma mesma agremiação, bem como alianças inéditas entre peronistas e radicais, partidos que, historicamente, conformaram a polarização política argentina. As mudanças ocorridas no sistema partidário argentino serão interpretadas em dimensão histórica, buscando-se compreendê-las dentro de uma temporalidade mais ampla. Após investigar as possíveis causas de tamanha fragmentação partidária, buscarse- á verificar suas conseqüências para o sistema partidário e, mais especificamente, para as disputas eleitorais, com especial interesse em averiguar se aí reside a chave explicativa para a vitória de Cristina Kirchner no primeiro turno. Finalmente, analisarse- á se as mudanças que atingiram o sistema representativo argentino resultaram de um deslocamento de uma democracia de partidos para uma democracia do público ou verificou-se, efetivamente, uma crise de representação.Artigo Sobre o debate : mulher e política(2010) Mateos, Araceli; Tribunal Superior EleitoralArtigo Mapeando redes sociais digitais : uma proposta de análise da dimensão geográfica de interações no Facebook, Twitter e voto(2016) Gonçalves, Ricardo DantasPropõe um modelo de análise para materializar as relações de comportamento em rede social digital e aplica este modelo com dados da eleição presidencial argentina de 2015, do público no Facebook e em perfis do Twitter. Objetivamente, explora-se a relação entre espaço eleitoral, dado pelo resultado de votos em urna, e o espaço digital, pelas relações entre usuários do Facebook e Twitter e a página oficial do principal candidato à presidência da Argentina em 2015, Mauricio Macri, em uma perspectiva geográfica. Utiliza-se dados do público argentino no Facebook (N=3 mi.), no Twitter (N=3,25 mi.), e os resultados eleitorais agregados dos departamentos argentinos (N=527) e infere-se a partir de Análises Geoespaciais. O fim é primeiro metodológico, mas, também, temático, de explorar as tendências de sucesso eleitoral no pleito presidencial argentino. Os resultados indicam regularidades territoriais claras quanto aos votos de Macri, com clusters significativos de alta e baixa votação, entretanto os territórios eleitorais possuem baixa relação com os territórios digitais que são fracos e dispersos. É defendido que a aplicação dessa metodologia possui potencialidades substanciais para a melhor compreensão de problemas de diversas áreas de pesquisa em comunicação e política.Artigo La construcción de la imagen de Cristina Kirchner y de de Dilma Rousseff en las elecciones presidenciales(2012) Gómez Castañeda, Eugenia Cecilia; Veiga, Luciana FernandesLa primera mujer elegida para el cargo de Presidente en América Latina fue Violeta Chamorro en Nicaragua en 1990. Luego vinieron Janet Jagan (Guyana, 1997), Mireya Moscoso (Panamá, 1999), Michelle Bachelet (Chile, 2006), Cristina Fernández de Kirchner (Argentina, 2007), Laura Chinchilla (Costa Rica, 2010) y Dilma Rousseff (Brasil, 2010). Estudiar la tendencia creciente de representación de las mujeres en la política es un tema cada vez más importante para la Ciencia Política latinoamericana. Con este texto intentamos un análisis todavía inicial sobre la construcción de la imagen de dos candidatas exitosas en las elecciones presidenciales en América Latina.Artigo A construção da imagem de Cristina Kirchner e de Dilma Rousseff nas eleições presidenciais(2012) Gómez Castañeda, Eugenia Cecilia; Veiga, Luciana Fernandes
