Estados Unidos

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    Artigo
    Polarização política e partidária nos Estados Unidos (1936-2016)
    (2021) Vidal, Camila Feix; Tribunal Superior Eleitoral
    Dedica-se à compreensão da polarização partidária estadunidense. Por meio de uma metodologia que privilegia o uso de plataformas nacionais e de indicadores de gradação, busca-se evidenciar empiricamente aproximações e distanciamentos ideológicos entre os dois principais partidos políticos nos EUA e, consequentemente, a ascensão ou o declínio de ideologias como conservadorismo e liberalismo. O recorte temporal feito se dá entre 1936 e 2016. Os resultados nos indicam que há uma polarização partidária no período recente caracterizada, sobretudo, pela ascensão conservadora do Partido Republicano no que tange às questões sociais. Resta saber se esse processo beneficia a democracia ao representar a sociedade com todas as suas idiossincrasias ou a prejudica por contemplar extremos nem sempre característicos da sociedade como um todo.
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    Outro
    Estrutura partidária e saliência discursiva nas eleições de Donald Trump e Jair Bolsonaro
    (2019) Braga, Maria do Socorro Sousa; Contrera, Flávio; Tribunal Superior Eleitoral
    Nas últimas eleições presidenciais nos dois maiores países do continente americano, em termos populacionais, foram eleitos dois candidatos de extrema direita. Embora suas ações no governo apontem nesse sentido ideológico, este perfil ainda não foi sistematicamente identificado e analisado. Face a esta lacuna, este trabalho tem como objetivo verificar a saliência de temáticas à direita nos manifestos de campanha de Donald Trump e Jair Bolsonaro e discutir a relação entre essa saliência e o tamanho da estrutura partidária nas campanhas presidenciais do Partido Republicano e do PSL. Para dar conta desses propósitos foi realizada análise dos manifestos de campanha do Partido Republicano e do PSL. O método empregado foi o de Análise de Conteúdo. Os resultados apontaram que apesar de o PSL e o Partido Republicano partirem de posições estruturais distintas dentro de seus sistemas partidários, Trump e Bolsonaro posicionam-se lado a lado no espectro da direita. Por outro lado, enquanto a análise das ênfases das posições de Trump demonstrou que o perfil de seu manifesto se alinha ao perfil de uma direita histórica e tradicional, a análise das ênfases das posições de Bolsonaro apontou para uma nova direita que critica o sistema político e promete soluções através do neoliberalismo econômico.
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    Periódico
    Revista eleitoral : vol. 33 (2019)
    (Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, 2019) Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    O Partido Republicano norte-americano em 1960 e 2012 : uma ascensão conservadora?
    (2015) Vidal, Camila Feix; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa a suposta radicalização conservadora do Partido Republicano norte-americano por meio de estudo e comparação de suas plataformas nacionais no período de 1960 e 2012. Assim, seu objetivo é duplo: analisar mudanças e continuidades com relação ao posicionamento do Partido Republicano com base nas suas plataformas nacionais e, como consequência do método escolhido, contribuir para o uso de novas técnicas de abordagem no estudo de ideologia partidária. Os resultados mostraram que há certa continuidade ideológica, no entanto, há importantes rupturas no que diz respeito à linguagem, às ênfases e à própria agenda partidária defendida, implicando posicionamentos políticos em 2012 completamente distintos em relação a certas questões e categorias em 1960.
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    Periódico
    Paraná eleitoral : revista brasileira de direito eleitoral e ciência política : vol. 4, n. 2 (2015)
    (Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, 2015) Tribunal Superior Eleitoral
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    Artigo
    Are voters polarized along party lines about how to run elections during the COVID-19 crisis?
    (2020) Lockhart, Mackenzie; Hill, Seth; Merolla, Jennifer; Romero, Mindy; Kousser, Thad; Tribunal Superior Eleitoral
    Are voters as polarized as political leaders when it comes to their preferences about how to cast their ballots in November 2020 and their policy positions on how elections should be run in light of the COVID-19 outbreak? Prior research has shown little party divide on voting by mail, with nearly equal percentages of voters in both parties choosing to vote this way where it is an option. Has a divide opened up this year in how voters aligned with the Democratic and Republican parties prefer to cast a ballot? It addresses these questions by presenting the findings of an online survey of a nationally diverse sample of 5,612 eligible voters, fielded from April 8-10, with an embedded experiment providing treated respondents with scientific projections about the COVID-19 outbreak. It finds an eight-percentage point difference between Democrats and Republicans in their preference for voting by mail in the control group, but this party divide doubles in the treatment group. It also finds that exposure to scientific projections about the outbreak increases support for vote-by-mail legislation and confidence in vote-by-mail election integrity for both Democrats and Republicans.
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    Outro
    Mobilização cognitiva e perfis eleitorais na América Latina
    (2016) Gimenes, Éder Rodrigo; Borba, Julian; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa dados decorrentes da onda de 2012 do Latin American Public Opinion Project (LAPOP) para um conjunto de 21 países latino-americanos e para os Estados Unidos, de modo que os resultados de regressões binárias apontaram efeitos distintos [a] dos perfis de eleitores sobre a posição churchilliana e também sobre as dimensões procedimentais da democracia definidas por Fuks et al (2016) como "adesão aos procedimentos de escolha", "adesão normativa ao voto", "adesão à participação de todos" e "adesão ao princípio da representação" e [b] quando comparados América Latina e Estados Unidos. Nesse sentido, as conclusões apontam a necessidade de aprofundamento desta agenda de pesquisa ao menos no que tange a três pontos: [1] verificar a limitação da capacidade explicativa da tese do apartidarismo sobre aspectos procedimentais da adesão à democracia; [2] verificar a relação existente entre os recursos individuais testados (mobilização cognitiva combinada com simpatia partidária) sobre medidas valorativas de adesão à democracia, como igualitarismo e tolerância, por exemplo; e [3] testar a relação hierárquica entre variáveis individuais e de contexto sobre o apoio ao regime.
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    Outro
    Coesão partidária em política externa na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos no pós-Guerra Fria
    (2016) Contrera, Flávio; Braga, Maria do Socorro Sousa; Tribunal Superior Eleitoral
    Identifica padrões de comportamento partidário em votações de política externa, a partir da análise da coesão interna dos partidos Democrata e Republicano na Câmara dos Representantes dos Estados Unidos entre 1993 e 2014. Em conformidade com as conclusões da literatura de que o comportamento dos partidos no legislativo passou a seguir um padrão partidário e polarizado, sobretudo nos anos 1990, e de que a política externa é configurada a partir das divisões existentes no sistema político doméstico, os resultados de nossa pesquisa sugerem que os partidos apresentam um comportamento legislativo semelhante em votações de política externa e de política doméstica. Todavia, há de se ressalvar que apesar do fim da Guerra Fria a política externa continua sendo um assunto mais consensual do que a política doméstica. De acordo com o pressuposto da teoria do issue ownership de que um partido lidar melhor do que seus adversários com um determinado assunto confirmamos a previsão de que os democratas são mais divididos do que os republicanos em matérias de defesa e segurança nacional.
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    Outro
    O papel dos partidos na formulação da política externa estadunidense
    (2014) Contrera, Flávio; Tribunal Superior Eleitoral
    Busca delimitar o papel dos partidos estadunidenses em relação à formulação de sua política externa e demonstrar que a mesma não é um assunto inadequado para discussão nas eleições. Metodologicamente, empreende uma análise quali-quantitativa, combinando fontes secundárias - exame da literatura produzida acerca da relação entre partidos estadunidenses e política externa - e primárias: análise do texto constitucional, de pesquisas de opinião pública e das plataformas de campanha presidenciais no período 1992 a 2012. Os resultados indicam que embora as regras formais e informais restrinjam um papel mais propositivo dos partidos estadunidenses em relação à formulação da política externa, suas atuações não são de todo irrelevantes. Na arena eleitoral os partidos posicionam-se através de suas plataformas sobre as temáticas de política externa. Ademais, o legislativo dispõe de mecanismos de controle que podem restringir o alcance das propostas do Executivo. Nesta última esfera os partidos podem ainda influenciar as decisões do presidente a respeito da promoção e implementação de políticas.
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    Outro
    O Partido Republicano norte-americano em 1960 e 2012 : uma análise das plataformas nacionais
    (2014) Vidal, Camila Feix; Tribunal Superior Eleitoral
    Analisa a suposta radicalização conservadora por parte do Partido Republicano norte-americano através do estudo e da comparação das plataformas nacionais Republicanas de 1960 e 2012. Assim, através da utilização de determinadas técnicas para análise de plataformas, busca-se comparar as plataformas atentando para as suas linguagens, ênfases e estruturas; bem como para o posicionamento do partido referente a determinadas categorias e subcategorias que o caracterizam no dado momento. O objetivo desse trabalho é, portanto, duplo: analisar mudanças e continuidades com relação ao posicionamento do Partido Republicano com base nas suas plataformas nacionais e, como consequência do método escolhido para isso, contribuir para o uso de novas técnicas de abordagem na análise de conteúdo, construídas especificamente para esse fim. Os resultados do estudo feito mostram que há certa continuidade na posição do partido em determinadas instâncias; no entanto há importantes rupturas no que diz respeito à linguagem, ênfases e no próprio posicionamento do partido em certas questões, implicando uma posição política em 2012 completamente inversa a de 1960.