México
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Outro Comportamiento electoral, programas sociales y redes clientelares durante el predominio perredista en la Ciudad de México(2017) Domínguez, Emanuel Rodríguez; Tribunal Superior EleitoralArtigo Treinta años de educación cívica en México desde el ámbito electoral : el impacto de las reformas electorales (1990-2020)(2021) Cardiel Soto, Roberto Heycher; Tribunal Superior EleitoralEl Instituto Nacional Electoral (INE), antes Instituto Federal Electoral, de México ha tenido a la educación cívica entre sus atribuciones por más de treinta años. El artículo recorre el impacto de los procesos de reforma electoral en este periodo sobre aquella función. A partir de la revisión se concluye que los cambios en el plano político-electoral han brindado oportunidades para la actuación del INE, aunque los principales avances no han venido principalmente por las reformas normativas, sino por la experiencia en la implementación de programas. El aprendizaje institucional ha mejorado la conceptualización, el diseño y la implementación de los programas de educación cívica. Esto representa un avance que requiere complementarse para enfrentar los retos de las democracias modernas.Artigo Votando na prateleira : a politização do consumo na América Latina(2012) Echegaray, FabiánHá pelo menos uma década que a utilização do poder de compra pelo consumidor para perseguir finalidades políticas ou éticas é um fenômeno debatido pelas Ciências Sociais internacionais. Diante do aparente desengajamento público com a política, o fenômeno do consumo politizado passou a ser reconhecido como uma das formas mais inovadoras e crescentes de participação política não convencional para os indivíduos, quebrando a tradicional divisão entre cidadania, a esfera dos bens públicos e os agentes políticos, de um lado, e o consumo, a esfera dos bens privados e os agentes de mercado, de outro lado. Entretanto, esse debate mal foi iniciado na América Latina, menos ainda sua discussão empírica. Este artigo aborda as evidências sobre a cidadanização das relações com as corporações que estimulam o uso do poder de compra como forma de influenciá-las a seguir valores e políticas favoráveis à sociedade e ao meio ambiente. A discussão se baseia em dados de pesquisas quantitativas com amostras representativas da população adulta da Argentina, Brasil e México e revela que o consumo político é um fenômeno já estabilizado e que tende a complementar outros modos de engajamento político na América Latina.
