Doutrina
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Artigo Uma nova classificação ideológica dos partidos políticos brasileiros(2023) Bolognesi, Bruno; Ribeiro, Ednaldo; Codato, Adriano; Tribunal Superior EleitoralAssim como a política democrática se modifica, a percepção sobre os partidos que ela compõe também se altera. O objetivo desse trabalho é oferecer uma classificação ideológica nova e atualizada dos partidos políticos brasileiros. Através de um survey aplicado à comunidade de cientistas políticos em 2018, pedimos que classificassem os partidos na dimensão esquerda-direita e também quanto ao seu principal objetivo: a persecução de votos, de posições de governo ou de políticas. Os resultados apontam para um movimento centrífugo do sistema partidário, com a maioria dos partidos caminhando para a direita, e para o predomínio de partidos que podem ser classificados como fisiológicos, priorizando a díade votos-cargos e desprezando a programaticidade.Outro Uma guinada à esquerda? Um estudo da elite política federal paranaense nos governos FHC/Lerner (1999/2003) e Lula/Requião (2003/2006)(2009) Bolognesi, Bruno; Tribess, Camila; Tribunal Superior EleitoralOutro Distribuição de recursos e sucesso eleitoral nas eleições 2006 : dinheiro e tempo de HGPE como financiadores de campanha a deputado federal do Paraná(2011) Bolognesi, Bruno; Cervi, Emerson Urizzi; Tribunal Superior EleitoralA discussão que se faz no paper insere-se na linha de pesquisas sobre financiamento de campanha e desempenho eleitoral. Parte-se do princípio que recursos monetários são importantes para o desempenho dos candidatos, porém, a explicação com essa única variável tende a apresentar baixo rendimento analítico. Por isso propomos a inclusão, além dos recursos em Reais declarados pelos candidatos, da variável tempo de exposição no Horário Gratuito de Propaganda Eleitoral (HGPE) - considerado aqui um recurso de campanha distribuído de maneira desigual pelos partidos aos concorrentes. A hipótese de trabalho é que quanto mais tempo de exposição, maior o capital político do candidato e, por conseqüência, menor a necessidade de monetarização da campanha. No entanto, essa condição depende de outras características, como o tipo de partido em relação à ideologia e ao tamanho.Outro No voto e na fé : bases sociais e estratégias eleitorais dos candidatos evangélicos nas eleições de 2016 em Curitiba(2017) Borges, Tiago Daher Padovezi; Babireski, Flávia Roberta; Bolognesi, Bruno; Tribunal Superior EleitoralArtigo A cota eleitoral de gênero : política pública ou engenharia eleitoral?(2012) Bolognesi, Bruno; Tribunal Superior EleitoralDescreve a evolução da participação feminina antes e depois da adoção das cotas de gênero nos partidos políticos em 1998 para as eleições legislativas. Em seguida, mostra de que modo os partidos políticos manejam o instituto das cotas e por que seu uso é diferente em diferentes legendas partidárias. A conclusão é que os partidos políticos têm autonomia para lidar de forma particularista com uma política pública universalista.Artigo Aspectos motivacionais do recrutamento político : um estudo inicial dos candidatos a deputado federal no Brasil (2010)(2014) Bolognesi, Bruno; Medeiros, Pedro de; Tribunal Superior EleitoralAnalisa o processo de recrutamento dos candidatos a deputado federal com ênfase na sua dimensão motivacional. A partir de dados coletados por meio de survey aplicado a 120 candidatos ao cargo de deputado federal nas eleições de 2010, procurou-se investigar o momento em que os indivíduos passam a se interessar por política e o momento em que passam a se dedicar integralmente à atividade política. A análise dos dados apontam a família e o movimento estudantil como locais de construção do interesse inicial pela política e os partidos como fonte de motivação para a profissionalização política.Outro Seleção de candidatos e poder local : estrutura e personalismo nas eleições de 2016 em Curitiba(2017) Roeder, Karolina Mattos; Bolognesi, Bruno; Cruz, Giovanna Castro; Tribunal Superior EleitoralInvestiga de que forma os partidos políticos, que gozam de autonomia ao nível local no Brasil, selecionam seus candidatos. A hipótese sustentada é que partidos dotados de maior infraestrutura - idade, número de filiados, complexidade organizacional, quantidade de membros, diretório ou comissão provisória - selecionam seus candidatos de forma democrática, mobilizando diferentes faces no interior do partido. Por outro lado, partidos sem força organizacional, com fraca ossatura, optariam por práticas personalistas e pouco inclusivas no momento de escolher os candidatos que os representarão no legislativo local. O objetivo que propomos é: entender como a estrutura do partido pode determinar a forma com que os mesmos realizam escolhas importantes. Os resultados apontam que essa hipótese está equivocada. Independente da estrutura do partido político, os incentivos para comportamentos pouco democráticos e personalismo eleitoral são universais e muito intensos no sistema político local brasileiro.Outro Organização partidária ao nível municipal : dinâmicas de poder nas eleições de 2016 em Curitiba(2017) Bolognesi, Bruno; Babireski, Flávia Roberta; Tribunal Superior EleitoralDiscute a dinâmica de poder no interior dos partidos políticos em âmbito local a partir de um survey aplicado a mais de 700 candidatos a vereador nas eleições de 2016 em Curitiba-PR. A hipótese é de que há uma convergência entre a estrutura do partido e a distribuição de recursos de poder. Ou seja, quanto mais estruturado o partido - maior número de filiados, maior quantidade de candidatos, maior antiguidade, i.e., maior infraestrutura - mais igualitária será a distribuição de recursos de poder. Segundo a literatura, isso seria esperado na medida em que estruturas formais e envolvimento de atores criaria interdependência entre as diferentes esferas do partido. Isso ocorreria tanto interna quanto externamente, na medida em que partidos políticos usualmente possuem ligações com entidades fora do mundo político-eleitoral. Os dados foram coletados durante a campanha eleitoral das eleições municipais últimas. Os resultados apontam para uma grande homogeneidade das organizações partidárias na direção do eleitoralismo e sem uma preocupação com as dinâmicas organizacionais. Os partidos que fogem desta regra são, em sua maior parte, legendas ideologicamente orientadas e que pagam o preço da derrota eleitoral ao não sucumbir os ditames do pleito típicos dos municípios brasileiros.Outro Como os partidos distribuem o dinheiro : estrutura organizacional e recursos eleitorais em 2014 no Brasil(2018) Bolognesi, Bruno; Horochovski, Rodrigo Rossi; Junckes, Ivan Jairo; Roeder, Karolina Mattos; Tribunal Superior EleitoralOutro A revolução silenciosa no Partido dos Trabalhadores no Brasil(2016) Bolognesi, Bruno; Costa, Luiz Domingos; Codato, Adriano Nervo; Tribunal Superior Eleitoral
