Time after time : party organizational strength in new and old democracies
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2019
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It tests the impact of time as a two-level variable (duration of democracy and age of parties) on parties organizational strength in new and established democracies. it adds original data from three Latin American countries to the nineteen countries covered by the first PPDB database (132 parties overall). The results suggest that parties in established democracies have less members and more money than those of newer democracies. Among the latter, the greater capacity for mass mobilization produces stronger parties, as in Latin America, compared to the Eastern European countries. The findings challenge the traditional view of the exceptional weakness of Latin American parties and point to the importance of time as a multilevel variable: besides the national context, the ancestral party origin in previous regimes have a large impact on organizational strength.
Testa o impacto do tempo, como variável de dois níveis (tempo de democracia e idade do partido), sobre a força organizacional dos partidos, em democracias novas e estabelecidas. Adiciona dados originais de três países latino-americanos aos dezenove países cobertos pela primeira base de dados do PPDB (132 partidos ao todo). Os resultados sugerem que os partidos das democracias estabelecidas possuem menos filiados e mais dinheiro do que os das democracias mais recentes. Entre as novas democracias, a maior capacidade de mobilização de filiados produz partidos mais fortes na América Latina, quando comparada às democracias do Leste Europeu. Os achados desafiam a visão tradicional sobre a fraqueza excepcional dos partidos na América Latina e apontam para a importância do tempo como uma variável multinível: além do contexto nacional, a origem ancestral do partido em regimes anteriores tem um grande impacto sobre a força organizacional dos partidos.
Testa o impacto do tempo, como variável de dois níveis (tempo de democracia e idade do partido), sobre a força organizacional dos partidos, em democracias novas e estabelecidas. Adiciona dados originais de três países latino-americanos aos dezenove países cobertos pela primeira base de dados do PPDB (132 partidos ao todo). Os resultados sugerem que os partidos das democracias estabelecidas possuem menos filiados e mais dinheiro do que os das democracias mais recentes. Entre as novas democracias, a maior capacidade de mobilização de filiados produz partidos mais fortes na América Latina, quando comparada às democracias do Leste Europeu. Os achados desafiam a visão tradicional sobre a fraqueza excepcional dos partidos na América Latina e apontam para a importância do tempo como uma variável multinível: além do contexto nacional, a origem ancestral do partido em regimes anteriores tem um grande impacto sobre a força organizacional dos partidos.
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Referência
RIBEIRO, Pedro Floriano; LOCATELLI, Luis. Time after time: party organizational strength in new and old democracies. Opinião Pública, Campinas, v. 25, n. 1, p. 199-233, jan./abr. 2019.
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