What explains preferential voting? A field experiment in Portugal
Data
2020
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It analyzes the predictors of preferential voting in flexible list systems, focusing on political sophistication, voting rules and district size. It relies on a field experiment carried out in Portugal on the 2015 legislative election day. We found that the effect of district size depends on the nature of the voting rules introduced (optional or compulsory preferential voting). Also, political interest tends to lose its significance when preferential voting is compulsory. Thus, preferential voting does not constitute an obstacle for those with less political sophistication to express a vote, especially when the voting rules make preferential voting compulsory.
Analisa os fatores explicativos do voto preferencial em sistemas de lista flexível, com enfoque na sofisticação política, regras de votação e magnitude do círculo eleitoral. Baseia-se num estudo experimental de campo realizado em Portugal no dia das eleições legislativas de 2015. Verificou-se que o impacto da magnitude do círculo eleitoral depende das regras de votação utilizadas, que tornam o voto preferencial obrigatório ou opcional. Para além disso, o interesse pela política tende a perder a sua significância estatística quando o voto preferencial é obrigatório. Portanto, o voto preferencial não constitui um obstáculo ao voto por parte dos cidadãos com menores níveis de sofisticação política, especialmente quando as regras fazem com que a expressão de preferências seja obrigatória.
Analisa os fatores explicativos do voto preferencial em sistemas de lista flexível, com enfoque na sofisticação política, regras de votação e magnitude do círculo eleitoral. Baseia-se num estudo experimental de campo realizado em Portugal no dia das eleições legislativas de 2015. Verificou-se que o impacto da magnitude do círculo eleitoral depende das regras de votação utilizadas, que tornam o voto preferencial obrigatório ou opcional. Para além disso, o interesse pela política tende a perder a sua significância estatística quando o voto preferencial é obrigatório. Portanto, o voto preferencial não constitui um obstáculo ao voto por parte dos cidadãos com menores níveis de sofisticação política, especialmente quando as regras fazem com que a expressão de preferências seja obrigatória.
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Referência
PEREIRA, José Santana; LOBO, Marina Costa. What explains preferential voting? A field experiment in Portugal. Análise Social: Revista do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, Lisboa, v. 55, n. 234, p. 4-26, 2020. DOI: https://doi.org/10.31447/as00032573.2020234.01.
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