A legitimidade dos partidos coligados e o novo § 4º do art. 6º da lei das eleições
| dc.contributor.author | Silva, Helton José Chacarosque da | |
| dc.date.accessioned | 2017-09-20T21:05:01Z | |
| dc.date.available | 2017-09-20T21:05:01Z | |
| dc.date.issued | 2010 | |
| dc.description.abstract | Analisa o alcance do novo § 4° do art. 6° da Lei das Eleições sob o prisma da interpretação hodiema construída pelo TSE a respeito do § 1° do referido dispositivo legal. De acordo com o texto incluído recentemente pela Lei n° 12.034, de 29 de setembro de 2009, o partido coligado apenas tem legitimidade para atuar isoladamente no processo eleitoral para questionar a validade de sua própria coligação partidária, mensagem normativa que, apesar de ser uma exceção à regra, reforça o teor do mencionado § 1° que sempre excluiu a possibilidade de atuações solitárias de siglas associadas durante o período eleitoral. Com o fim de garantir maior efetividade às ações e representações eleitorais, o TSE flexibiliza a norma do § 1° para ensejar aos coligados a legitimidade ativa concorrente a partir da realização das eleições. A manutenção desse entendimento pode neutralizar o conteúdo do novo § 4°. Existem ao menos dez argumentos contrários a essa posição do TSE, dentre os quais se destacam: a desnecessidade de ampliar o rol de autores dos instrumentos jurídicos eleitorais e a abrangente relação de pontos de oposição à legitimidade ativa isolada do coligado que dimanam da interpretação literal dos § § 1° e 4°. Como corolário da matéria examinada, em alinho com a antítese da jurisprudência daquela Corte, concluí-se que é importante defender a integralidade dos parágrafos estudados por assegurarem a coerência exigida para a condução jurídica das coligações partidárias. | pt_BR |
| dc.format.extent | 6 p. | |
| dc.identifier.citation | SILVA, Helton José Chacarosque da. A legitimidade dos partidos coligados e o novo § 4º do art. 6º da lei das eleições. Revista Jurídica Verba Legis, Goiânia, n. 5, p. 29-34, maio 2009/maio 2010. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/3653 | |
| dc.language.iso | pt_BR | pt_BR |
| dc.relation.ispartof | Revista jurídica verba legis : n. 5 (maio 2009/maio 2010) | pt_BR |
| dc.relation.ispartoflink | http://bibliotecadigital.tse.jus.br/handle/bdtse/2416 | |
| dc.rights | Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional | pt_BR |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | pt_BR |
| dc.subject | Coligação partidária | pt_BR |
| dc.subject | Partido político | pt_BR |
| dc.subject | Legitimidade ativa | pt_BR |
| dc.subject | Ações | pt_BR |
| dc.subject | Eleições | pt_BR |
| dc.subject | Tribunal Superior Eleitoral | pt_BR |
| dc.subject | Representação | pt_BR |
| dc.title | A legitimidade dos partidos coligados e o novo § 4º do art. 6º da lei das eleições | pt_BR |
| dc.type | Artigo | pt_BR |
