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Outro Pacto y renuncia : la experiencia del Frente Nacional, un esfuerzo de los partidos políticos tradicionales en Colombia para asegurarse el poder del Estado(2017) Villegas, Luis Carlos Arbeláez; Tribunal Superior EleitoralAnaliza las implicaciones políticas del pacto de los partidos políticos tradicionales colombianos para consolidar el poder del Estado y recuperar el protagonismo perdido tras la dictadura del General Gustavo Rojas Pinilla. El Frente Nacional nació en un escenario donde estaba en juego la hegemonía de los partidos tradicionales, por un lado, y del otro como un proceso de apaciguamiento del conflicto entre los militantes de ambos partidos, que estaban llevando al país a niveles de violencia preocupantes. Fue entre 1958 y 1974 el periodo de tiempo que duró el régimen de coalición de los partidos políticos tradicionales. Las principales características de este periodo fueron: la alternancia en el gobierno y la paridad en el acceso a los cargos burocráticos, además de la exclusión de otros movimientos políticos que existían para la fecha, del juego democrático. Esto último dio pie al surgimiento de algunos grupos revolucionarios de izquierda (Mesa, 2009). En síntesis, los partidos tradicionales tomaron conciencia de que lo que los separa es mucho menos importante que aquello que los acerca (Chevalier, 1999). A saber, las ansias de controlar y administrar el poder político. En consecuencia con lo anterior, la ponencia abordará en un primer momento los antecedentes que propiciaron el surgimiento del Frente Nacional, posteriormente hablará de manera más profunda sobre las características mencionadas con anterioridad y por último tratará las consecuencias que tuvo el pacto mediante el cual los partidos tradicionales buscaron recuperar el puesto del cual fueron desplazados durante la dictadura de Rojas Pinilla.Periódico Justiça Eleitoral em Debate : vol. 9, n. 1 (1. sem. 2019)(Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro, 2019) Tribunal Superior EleitoralArtigo Legitimidade democrática no Brasil e na Argentina em perspectiva comparada : diferentes transições democráticas e suas consequências(2018) Vidal, Nicolás Alfredo; Casalecchi, Gabriel Avila; Tribunal Superior EleitoralEstuda comparativamente Brasil e Argentina, apresentando, em primeiro lugar, dados do Barômetro das Américas sobre o apoio à democracia, rejeição a golpes militares e confiança nas Forças Armadas e, num segundo momento, tenta encontrar quais elementos históricos são capazes de explicar as diferenças ou semelhanças encontradas nessas atitudes. Analisa os últimos anos da ditadura e o processo de transição democrática nesses países. Os resultados demonstram uma diferença significativa nas atitudes democráticas, que pode estar relacionada às diferentes trajetórias desses países no seu processo de saída da ditadura.Artigo El efecto de la experiencia democrática en la estructura de la legitimidad en América Latina y el Caribe(2017) Veiga, Luciana Fernandes; Ribeiro, Ednaldo Aparecido; Nicolás, Maria Alejandra; Bragatto, Rachel Callai; Tribunal Superior EleitoralRefere-se a um paradoxo hoje presente na América Latina e no Caribe: verifica-se o aumento progressivo da adesão à democracia, mas uma crescente diminuição da satisfação com o sistema. O fator temporal poderia explicar essa contradição? O artigo apresenta como a idade dos cidadãos e os anos de experiência democrática das nações influenciam nas disposições individuas em relação à democracia em termos de apoios difuso e específico. Aplicamos análise fatorial e um modelo multinível de regressão multivariada. Nossos resultados demonstram a relação entre a experiência com o regime democrático e o apoio às dimensões mais difusas da legitimidade, porém isso não se confirmou nas dimensões mais específicas.Artigo Partidos, estruturas patrimonialistas e poder funcional : a crise de legitimidade(1985) Aguiar, JoaquimArtigo Os contornos da cidadania crítica : explorando a legitimidade democrática(2006) Seligson, Mitchel A.; Booth, John A.; Gomez Barrantes, MiguelRecentes quedas acentuadas da confiança no governo dos públicos de massa de democracias institucionalizadas reacenderam o interesse pela teoria e pesquisa sobre a legitimidade. Há muito tempo os teóricos concebem a legitimidade política como multidimensional e sustentam que ela vai do apoio abstrato a uma comunidade política subjacente aos princípios do regime à avaliação mais concreta do desempenho do regime, das instituições e dos atores. Porém, surpreendentemente, pouca pesquisa empírica avaliou a validade desse constructo teórico. Utilizando um survey nacional da Costa Rica, uma democracia estável e bem sucedida, investigamos se a legitimidade política existe empiricamente e examinamos sua estrutura. Usando análise fatorial confirmatória, encontramos evidências que sustentam a estrutura multidimensional do apoio político. Identificamos também certas limitações tanto da pesquisa teórica como da empírica, relacionadas com a operacionalização equivocada e a especificação de vínculos empíricos que não conseguimos detectar. Também encontramos e remediamos um surpreendente erro de omissão, já que as pesquisas anteriores não haviam percebido o governo local como um alvo de crenças legitimidoras.Artigo Legitimidade política em novas democracias(2003) Gunther, Richard; Monteiro, José RamónNão há um consenso claro sobre se as atitudes de apoio à democracia, de um lado, e a cidadania democrática, de outro, constituem um único domínio atitudinal, ou se são empiricamente distintas uma da outra. Em estudos empíricos de atitudes e comportamentos na Bulgária, Chile, Grécia, Hong Kong, Hungria, Itália, Espanha e Uruguai, encontramos provas claras de que essas atitudes são conceitual e empiricamente distintas, formando três dimensões atitudinais diferentes: apoio difuso à democracia, satisfação com o desempenho da democracia e indiferença política (que podem ser divididas ainda nos clássicos clusters interno e externo de eficácia). Esses três grupos têm correlatos comportamentais bem diferentes: a insatisfação leva a votos contra o partido que está no poder; uma falta de apoio difuso ao sistema está associada ao voto nos partidos antidemocráticos; e a indiferença leva a um baixo envolvimento dos cidadãos na política democrática. Não encontramos provas consistentes de que o apoio difuso à democracia (um componente chave da legitimidade do regime) dependa da satisfação com o desempenho da democracia.Artigo Consolidação democrática na Venezuela? Desempenho e legitimidade normativa(1998) Welsch, Friedrich J.; Carrasquero, José VicenteEstuda as orientações valorativas e avaliativas de cidadãos venezuelanos e está baseado no fato de que a imagem da Venezuela como paraíso da democracia latino-americana ficou seriamente afetada com as duas tentativas de Golpe Militar em 1992 que, embora frustradas, mobilizaram um considerável apoio da população.Artigo Democratização em perspectiva global(1993) Inglehart, RonaldAnalisa o processo de democratização nas sociedades industriais e identifica aspectos da estabilidade democrática. Argumenta que a mobilização cognitiva, assim como fatores culturais são cruciais à democracia estável, e que a presença de valores pós-materialistas, bem-estar subjetivo e confiança são fortemente associados a ela. O vínculo entre desenvolvimento econômico e democracia estável existe porque o primeiro leva à cultura política pró-democrática.
