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Sumário de livro Administração pública digital : proposições para o aperfeiçoamento do regime jurídico administrativo na sociedade da informação(Foco, 2024) Faleiros Júnior, José Luiz de Moura; Tribunal Superior EleitoralPeriódico Revista eletrônica de direito eleitoral e sistema político - REDESP : vol. 5, n. 2 (jul./dez. 2021)(Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, 2021) Tribunal Superior EleitoralArtigo O uso abusivo do big data no contexto eleitoral e a (in)eficácia dos instrumentos de proteção jurídica da legislação brasileira(2021) Porto, Marília Sampaio Ribeiro; Scarpino Júnior, Luiz Eugenio; Coelho, Nuno Manuel Morgadinho dos Santos; Tribunal Superior EleitoralO mundo vivencia hoje a ascensão desenfreada da tecnologia, estigmatizada pela Terceira Revolução Industrial. Em vista do oferecimento de oportunidades múltiplas para seus usuários, em troca da mitigação de seus direitos, observa-se o uso impetuoso e abusivo da big data no contexto eleitoral como forma de parcializar campanhas. Valendo-se de pesquisa bibliográfica, buscou-se examinar referida prática, contextualizando o uso do profiling em detrimento da perda do sentido cognitivo dos indivíduos em confronto com os princípios basilares que regem o processo eleitoral e o sistema democrático de Direito, bem como a fragilidade do sistema legislativo nacional para combater referidas práticas. Finaliza-se com a perspectiva do abuso de poder informacional para fins de gerar a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão nas eleições presidenciais de 2018.Sumário de livro Politics : a unified introduction to how democracy works(Routledge, Taylor & Francis Group, 2019) Budge, Ian; Tribunal Superior EleitoralArtigo Comunicação política no Facebook e previsão eleitoral : análise de big data da eleição presidencial brasileira de 2018 no Brasil(2019) Firmino, Leonardo Magalhães; Murta, Felipe; Tribunal Superior EleitoralBusca entender como a análise quantitativa da comunicação política nas mídias sociais, mediante indicadores de engajamento ao discurso de candidatos, é capaz de prever o resultado eleitoral. Trata-se de uma análise de big data do 1º turno do pleito presidencial de 2018 no Brasil. Concretamente, foram coletadas cerca de 10 mil postagens das páginas oficiais de campanha no Facebook entre 1 de junho e 7 de outubro de 2018. No que se refere à intenção de voto, foi realizada para o mesmo período uma série de surveys de opinião com frequência diária, representativa da população brasileira. Com o fim de entender se há uma relação causal entre o engajamento ao candidato no Facebook e a sua intenção de voto, a análise preditiva foi realizada testando duas abordagens empíricas: uma com dados agregados e a outra com 90 modelos de previsão mediante regressão linear múltipla. Concluímos a análise comparando os resultados reais das eleições com todos os modelos preditivos. Os resultados mostraram que tanto a abordagem agregada quanto a regressiva demonstram que o índice de engajamento ao candidato no Facebook é um bom preditor eleitoral. Os resultados obtidos reforçam as teorias que defendem a relevância dos dados advindos do comportamento político nas mídias sociais como bons preditores eleitorais.Artigo Big data e a propaganda eleitoral(2020) Del Papa, Rodrigo Rodrigues; Tribunal Superior EleitoralAs empresas que trabalham com Big Data e, em especial, as redes sociais, mudaram completamente nos últimos anos a forma de divulgação e propaganda de produtos e serviços no meio comercial. As mídias tradicionais vem perdendo espaço devido ao grande alcance e à possibilidade de direcionamento de conteúdo desses sistemas. Já era de se esperar que essa revolução midiática chegasse às disputas eleitorais e conforme pode ser observado nas últimas eleições, não só no Brasil, mas em nível mundial essa revolução midiática teve papel fundamental na decisão da disputa eleitoral. Este trabalho faz uma breve reflexão sobre como essa revolução midiática afetou o cenário da propaganda eleitoral fundando-se na pesquisa bibliográfica sobre o assunto e na análise empírica dos últimos processos eleitorais brasileiros.Periódico Revista democrática : vol. 6 (2020)(Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso, 2020) Tribunal Superior EleitoralOutro "Politics 3.0"? De @realDonaldTrump para as eleições de 2018 no Brasil(2018) Ituassu, Arthur; Lifschitz, Sergio; Capone, Letícia; Mannheimer, Vivian; Tribunal Superior EleitoralAverigua o estágio mais recente das campanhas online em eleições presidenciais, do ponto de vista dos recursos e instrumentos empregados como parte das operações de comunicação política em redes digitais. Para tanto, pretendemos traçar um panorama histórico do uso das tecnologias digitais de comunicação em campanhas eleitorais nos Estados Unidos e analisar quatro aspectos que ganharam notoriedade na vitória de Donald Trump em 2016: 1) a estratégia de mídias sociais; 2) as fake news; 3) o Big Data; e 4) a influência externa. Em seguida, produzimos uma contextualização sobre o papel da comunicação digital nas campanhas no Brasil enfatizando, no ambiente local, os elementos que se destacaram no pleito norte-americano. Ao fim, a intenção é levantar algumas questões que esses mesmos elementos possam gerar às democracias contemporâneas, com especial atenção ao caso brasileiro, ressaltando a importância do ambiente eleitoral, da informação política e do debate público para o desenvolvimento democrático das sociedades.Artigo Uma eleição de piados autocentrados : análise do uso do Twitter nas cibercampanhas paulistanas em 2016(2017-10) Penteado, Claudio Luis de Camargo; Bachini, Natasha; Chicarino, Tathiana Senne; Malina, Pedro; Lobo, Denis Augusto Carneiro; Tribunal Superior EleitoralCom o objetivo de observar os usos do Twitter nas eleições municipais de São Paulo de 2016 pelos principais candidatos/as à prefeito, esse artigo apresenta uma análise predominantemente quantitativa das cibercampanhas realizadas por Celso Russomano (PRB), Fernando Haddad (PT), João Dória (PSDB), Luiza Erundina (PSOL), Marta Suplicy (PMDB), Major Olímpio (Solidariedade) e Ricardo Young (Rede) nessa mídia social. A partir dos dados coletados pelas equipes do NEAMP (PUC/SP - Brasil) e DMCR (QUT - Austrália) e de técnicas de análise para Big Data, verificamos as continuidades e mudanças nas estratégias das cibercampanhas em comparação com pleitos anteriores, bem como as interações entre os candidatos/as e os seus seguidores. Nossa principal constatação fora que enquanto o debate político se amplia nas mídias sociais de modo geral, as cibercampanhas no Twitter se tornam cada vez menos dialógicas e cada vez mais propagandísticas.
